Todas as ideias que hoje julgamos perpétuas, não passam de meros rascunhos do que serão as nossas reflexões do amanhã. Não obstante a sua eminente precaridade, são elas que constituem a nossa essência. Assim sendo, o seu registo consubstancia-se como uma actividade da mais alta pertinência. É a isso que me proponho.

China a mudar? Não me parece…

In amnistia internacional, china, política, tiananmen on Junho 3, 2008 at 1:22 am