Todas as ideias que hoje julgamos perpétuas, não passam de meros rascunhos do que serão as nossas reflexões do amanhã. Não obstante a sua eminente precaridade, são elas que constituem a nossa essência. Assim sendo, o seu registo consubstancia-se como uma actividade da mais alta pertinência. É a isso que me proponho.

Então pá!?

In colômbia, farc, hugo chávez, política, portugal, venezuela on Junho 9, 2008 at 6:04 pm
  1. Os motivos dele são simples: por um lado, sabendo que as FARC estão cada vez mais fracas do ponto de vista militar, Chávez quer impedir uma vitória esmagadora do governo colombiano e dos seus aliados norte-americanos, negociando uma paz honrosa que permite manter algum poder e influência sobre a Colômbia. Por outro lado, quer fortalecer a sua posição junto dos colombianos e dos restantes sul-americanos, surgindo como o obreiro da paz. Mas na verdade este apelo às FARC é um pedido de armistício dirigido a Uribe e aos EUA, por parte do principal apoiante e financiador da guerrilha. É. por isso, um pedido de paz do próprio Chávez.

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